(Glosando versos da Isabel Fidalgo)
Definhando à beira-mar
Com os teus filhos mais novos
Convidados a emigrar
Eis que os deitam borda fora
Que os não querem a sonhar
Inventando novas barcas Pr'a tu poderes navegar
Tivesses Homens d'antanho
Para as barcas comandar
Em vez de ratos de esgoto
Que chiam no teu sangrar
Ah meu país pobre e triste
Tu um dia hás de acordar
Ao som dos homens da flauta
Levando os ratos ao mar
Já vislumbro as altas ondas
Que se hão de levantar
Não há mal que sempre dure
Meu país da beira-mar...
Aníbal Raposo
Ponta Delgada, 2012-01-13










1 comentários:
Gostei da sua poesia...grata pela sua visita...vim com algum atraso...mas cá estou ...e quem sabe se virei mais vezes... Tenha uma boa noite!
P.N.
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