sábado, abril 11, 2015

















VINIL

Hoje servem-me sons
Desmaterializados
Assépticos
Limpos de ruídos
Sem alma.
Puro ardil...

Às vezes morro de saudades
Das falhas analógicas
Tão humanas
Das frequências raras
Mas audíveis
Do vinil.

Relva, 2015-04-11
Aníbal Raposo

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