DAS INFINDÁVEIS BRUMAS

Admito que viver nas nuvens
tem o seu lado poético.
Mas andar afogado
nesta perene bruma
cansa.

Basta!

Que venha um raio de sol
rasgar os céus
e me devolva os pés
à terra enxuta.

Relva, 2015-05-01
Aníbal Raposo
(há dois dias perdido em nevoeiros)

Comentários

Nidja Andrade disse…
Basta de tanta sabedoria!...
Adoreiiiii
Graça Pires disse…
Também quero terra enxuta... Gostei do poema.
Beijo.

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