A vida é um rio.
Nasce na montanha,
onde a água é pura.
E põe-se a caminho
porque anseia o mar.
Cresce com os amigos,
os seus afluentes.
Vai contanto as pedras
na sua viagem.
Acomete as margens
porque há tempestades.
Cai em cataratas,
há despenhadeiros.
É lesto nos rápidos,
sente o tempo escasso.
Espraia-se em planícies,
folgas de guerreiro.
E sonha um sorriso
À vista da foz.
Aníbal Raposo
2019-11-01

Gostei muito do poema, é excelente.
ResponderEliminarParabéns.
Caro Aníbal, um bom fim de semana.
Abraço.
Obrigado, amigo.
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