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sábado, julho 12, 2014
LIVRE
Adoro saltar assim:
Para o nada.
Testar
Se estas velhas asas
Ainda conseguem suportar
O peso estimado para os meus devaneios.
Por vezes, é curto o voo.
Caio no chão sangrando, estatelado.
Outras, porém,
Flutuo livremente, ante olhares incréus,
Desenhando círculos por cima dos telhados da cidade.
Relva, 2014-07-12
Aníbal Raposo
quinta-feira, setembro 06, 2012
LIBERDADE
a casa
a vida
o som
e o verbo
estupida-
mente
simples
porque
os sonhei assim
e assim os quero
república livre
dos homens
de voo fácil
concha fraterna
da perene claridade
respiradouro
de ar imaculado
por debaixo da bruma
pátria
da utopia
e da quimera
território amado
deslumbramento de olhos
na imensidão das águas
e dos céus estrelados
Aníbal Raposo
Relva, 2012-09-06
mente
simples
porque
os sonhei assim
e assim os quero
república livre
dos homens
de voo fácil
concha fraterna
da perene claridade
respiradouro
de ar imaculado
por debaixo da bruma
pátria
da utopia
e da quimera
território amado
deslumbramento de olhos
na imensidão das águas
e dos céus estrelados
Aníbal Raposo
Relva, 2012-09-06
terça-feira, abril 24, 2012
sábado, maio 01, 2010

1.º de Maio de 1974
Enchia a praça um maremoto de alegria,
Brilhava o sol em nossos olhos espantados,
Pelas varandas ledos acenos, aliados,
Por fim Abril no mês de Maio florescia.
Era a poesia, o canto à solta na cidade,
Uma folia que, em verdade, não mais vi.
Foi nesse dia, em verdes anos, que entendi,
O sabor único da Santa Liberdade!
Ponta Delgada, 2010-04-01
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