quarta-feira, julho 30, 2014
sexta-feira, julho 04, 2014
quinta-feira, julho 03, 2014
O ponto justo
O PONTO JUSTO
Envolver-te primeiro, sem fazer alarde
Com o coração em fogo, brasa incandescente,
Depois beijar-te a alma, fundo, intensamente,
Oferecer-te rosas ao cair da tarde.
Vamos amar-nos soltos, libertos, sem mágoas,
Soltando cada amarra em jeito singular
Eu, rio arrebatado, ansiando em ti o mar
Morrer no justo ponto da fusão das águas.
Relva. 2014-07-03
Aníbal Raposo
segunda-feira, janeiro 31, 2011

sábado, janeiro 29, 2011

quinta-feira, junho 17, 2010
segunda-feira, abril 06, 2009
terça-feira, março 10, 2009

ODE AO AMOR
(de Maria para Benjamim)
Já que dizes que o amor é sã partilha
então ganha coragem beija-flor:
duas vitualhas do dito bem-querer,
beija-me a mim, Benjamim.
Mais uma dança de encantar tu vais tecer
quando soprares da prateada flauta transversal
a melodia suave desta doce maldição,
Esconjuro que és
gravado em mim.
Lisboa, 2009-03-10
Aníbal Raposo
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Palavras-desafio:
Amor - beija-flor - benjamim - coragem - flauta -maldição - ode - Partilha - simplicidade - Tecer - Verdade - vitualhas.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
sexta-feira, fevereiro 13, 2009

domingo, dezembro 21, 2008

CANTIGA DO SILÊNCIO
O silêncio é como uma agonia
Lentamente nos consome e faz sofrer
Meu amor, minha doce fantasia
Não me deixes de silêncio ensurdecer
Diz-me coisas banais, do dia-a-dia
Diz-me coisas nem que seja por dizer
Meu amor, minha doce fantasia
Não me deixes de silêncio ensurdecer
No silêncio pode haver certa poesia
A que a palavra dá corpo e faz crescer
Meu amor, minha doce fantasia
Não me deixes de silêncio ensurdecer
Aníbal Raposo
1982





