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segunda-feira, dezembro 22, 2014
segunda-feira, abril 13, 2009

A FALUA DE ISTAMBUL
Maio.
Antes de Abril, ao escuro, já te pressentia.
Inda hoje, saudoso, a um cerrar dos olhos, enxergo a tua recortada imagem:
Os sonhos ardendo pela rua no desaguar das multidões da esperança.
Maduro
Agora. Perdendo viço, mas Maio sempre.
Do meio da bruma, surgirá um dia, rompendo a madrugada,
Uma falua que há-de aproar aqui chegada de Istambul.
Rasgará as águas deste pântano impelida por suas velas latinas, grávidas de vento.
Ouviremos então de novo os belos versos do cantor.
Maio.
Até quando
Irás ser
O mês sonhado? Quando decides fazer-te realidade?
Ponta Delgada, 2009-04-13
Aníbal Raposo
Solicitação da minha amiga Amita para a noite de poesia a realizar a 2 de Maio em Vermoim. O tema é: Maio, maduro Maio, como o cantou José Afonso. Espero que seja do vosso agrado.
sábado, janeiro 17, 2009
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