domingo, dezembro 21, 2008



CANTIGA DO SILÊNCIO


O silêncio é como uma agonia

Lentamente nos consome e faz sofrer

Meu amor, minha doce fantasia

Não me deixes de silêncio ensurdecer


Diz-me coisas banais, do dia-a-dia

Diz-me coisas nem que seja por dizer

Meu amor, minha doce fantasia

Não me deixes de silêncio ensurdecer


No silêncio pode haver certa poesia

A que a palavra dá corpo e faz crescer

Meu amor, minha doce fantasia

Não me deixes de silêncio ensurdecer


Aníbal Raposo

1982   

6 comentários:

FERNANDA & POEMAS disse...

Querido Aníbal... Lindo poema... Adorei!... Boa noite!
Um abraço de carinho,
Fernandinha

Paula Raposo disse...

Gosto muito desta rima. Porque eu não sei rimar e nas diferenças nos encontramos...beijos.

Ana Martins disse...

Caro amigo,
Muito lindo!

Feliz Natal.
Beijinhos,
Ana Martins

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

Natal...
Tempo de acreditarmos
que vale a pena viver!
Viver rodeado de amigos
e fazer de cada instante um
momento de eternas e constantes
alegrias, pois Deus existe e está
ao seu lado, enaltecendo de coisas
boas para você e para o seu próximo.
Abraços e um Feliz Natal!!!

Ariane Rodrigues disse...

Lindo!

alerts disse...

benduozhongsheng
mean54
mud212
mum66
norm63